Atenção!

Informamos que desde o ínicio de 2015:

- não recebemos nenhum tipo de ajuda vinda de familiares;
- nenhum familiar do Ratinho (excluindo pai e mãe) empresta, oferece ou sob outras formas, dinheiro ou bens materiais para ajudas relacionados com o Ratinho ou outros;
- nunca nos encontrariamos na situação actual se não fosse a maldade de determinados membros de familia que têm vergonha de ter uma criança deficiente como familiar;
- que eu, mãe, fui sujeita aos mais diversos tipos de abusos para manter o meu filho seguro e dar-lhe a melhor qualidade de vida possível

Quem disser o contrário, está a mentir.

Sunday, August 15, 2010

Doi só de pensar

Ontem, durante as viagens pelo meu novo vicio (o Facebook), deparei-me com uma mãe que teve uma menina com um doença com sintomas semelhantes aos do Ratinho. Tinha um distúrbio metabólico e desconfiava-se que tinha um problema mitocondrial também. Claro que, na essência do problema, não tem nada de nada a ver com o problema do Ratinho, mas o que realmente me chamou a atenção foi o simples facto de esta menina, linda e pacifica, nasceu no mesmo dia em que o Ratinho foi diagnosticado e morreu no dia em que o Ratinho fez 1 ano. Ter as datas tão exactas, tão coincidentes mexeu cá qualquer coisa...não sei o quê, mas mexeu.

4 comments:

  1. pat, são apenas coincidencias nada mais. um bjnho grande.
    (rute e edu)

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  2. Olá!

    Passei de novo por aqui para saber das novidades. fiquei contente que o teu menino dormiu uma noite seguida sem sobressaltos. Tenho a certeza que muitas outras viram aí. Em relação aos 20% das probabilidades do teu filho viver contra os 80% de não viver, não te agarres a isso, porque na verdade não é isso que importa, hoje estamos vivos, amanhã não sabemos como será, e isto é válido para qualquer um de nós independentemente se temos uma doença ou não, por isso o que é importante é apreciarmos cada momento de coisas boas que a vida nos vai dando, e não perdermos a capacidade de amar e de ter esperança no nosso coração. É claro que a vida também nos trás os espinhos, não existem só pétalas bonitas, mas nunca nos devemos agarrar à dor que esses espinhos provocam e deixá-los abafar todas as réstias de esperança que possam existir dentro de nós. A primeira vez que o meu marido foi ver o David na incumbadora, na maternidade logo após o seu nascimento,o médico disse-lhe as seguintes palavras: Olhe bem para o seu filho, veja-o bem, pois amanhã por esta hora ele estará na morgue, não dou nada por isso que aí está... Palavras duras e cruéis, que nos devastaram por dentro, que nos magoaram como facadas, mas a nossa esperança não morreu, e hoje 4 anos depois o David continua conosco...e a recuperar ainda que lentamente... Não vamos desistir, só porque alguém nos tenta tirar essa esperança. Outro médico disse-me que o David tinha a caixa registadora avariada e não entendia nada, que não tinha memória, como um computador não tinha capacidade de armazenar dados, recusei-me a acreditar nisso, hoje o David pede para comer, andar de carro, ir ao café comprar gomas, ainda que da maneira dele, isso só demonstra quanto os médicos às vezes estão errados, pois a vida muitas vezes nos troca as voltas, e o que era tomado como certo, pode não o ser. Aquilo que te quero tentar explicar, é que independentemente de esse ser um dos desfechos possiveis para o teu filho, a vida é uma incógnita, por isso não te agarres a isso como uma certeza, mas apenas como uma das muitas probabilidades que a vida nos pode trazer. Não sofras por antecipação, eu já o fiz, principalmente quando me disseram que o David além ter atrofia ótica, não se locomover e ter mais de metade do cérebro afectado, era autista. E só me destruiu por dentro e de nada valeu, porque afinal o David não é autista, e aos meus olhos é apenas uma criança lutadora que tenta ser feliz com o que a vida lhe vai dando. Espero que tenha usado as minhas palavras da melhor maneira possivél e que tenha conseguido transmitir o que te queria dizer da melhor forma possivél. Não tenho dinheiro para te ajudar infelizmente, mas sempre que quiseres posso ser um ombro amigo. É o que posso oferecer neste momento.
    Beijinhos
    Beijinhos

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  3. Realmente tem coisas que mexem muito com a gente,eu mesma fico triste com várias histórias;que não tem um final feliz,e as crianças não conseguem ficar entre nós,luto para manter minha filha conosco sempre,dois meses atrás,ela esteve internada em estado gravissimo infecção generalizada,os médicos diziam,maezinha ta para óbito.Eu dize não,vi tantos outros pior q ela sobreviver,ela também vai viver.E quando vejo história assim q tu falou me coloco no lugar e fico muito triste,pois passei por um bocado,um não vários com minha filhota.bjnhos

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  4. As datas mexem conosco porque nós deixamos que elas mexam...os dias 22 e 23 pra mim são um caos!!! São dias de m**** mesmo...mas porque a minha mente assim "quer" que seja...e tudo o que meta 22 e 23 hoje em dia me afecta!!!Nem que sejam os numeros do euro-milhoes...faz-me logo associar ao nascimento do Tiago e ao falecimento dele...é inevitável...

    Mas o que importa é que o ratinho tá cá com vocês...e pra isso não precias de datas...tá hoje é certo...e estará amanhã, assim o desejamos com toda a força!!!
    Beijinho

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LEILAO DE VERÃO

Leilão de Verão

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